sexta-feira, 15 de março de 2013

Ementa da Semana [14-3-13]


Ementa da Semana na Tasca da Micas Boxexas

ENTRADA
Codeas de broa com carços de azeitona e pão com cheiro a alho

PRATO DE PEIXE
Escalopes de Peixe parolo

PRATO DE CARNE
"Sauchicha" Parola 

SOBREMESA
"Moursse de Chicolati" Parola

MICAS BOXEXAS - A CUSPIR NO SEU PRATO HÁ 25 ANOS
"COME E CALA-TE"

quarta-feira, 13 de março de 2013

Festejos Quarta-Feira 13 [13-3-13]

Festejou-se nesta quarta feira a tradicional quarta feira 13, o dia da sorte em S. Pedro de Rebila.
Este ano, as comemorações foram especiais, já que marcam o centenário destes festejos, que ocorrem desde 1997.

O dia é de sorte porque os festejos ocorrem sempre na tasca da Micas mas ela à quarta está de folga, por isso não é ela a cozinhar.

Manda a tradição que neste dia os homens se vistam de monges e as mulheres se vistam panela de pressão. Depois de um almoço em grupo, há o tradicional desfile canino com gatos e depois do bailarico uma sessão de foguetes caseiros, já que o almoço é sempre feijoada de feijões com feijão.

Os festejos contaram este ano com a presença de vários turistas, nomeadamente um, que era o homem que às quartas vem sempre à vila trazer os jornais da semana anterior a metade do preço.

A organização prometeu uma festa ainda maior para o ano que vem, com ainda mais feijões e uma cassete do Zé Malhoa.

Noticias Culturais [12-3-13]

Inicio das celebrações do Centenário de São Mamede da Bucha

Inicia-se hoje, as celebrações do Centenário de São Mamede da Bucha. Fundada por um talhante e por uma tasqueira, a Vila era somente uma casa e ao longo destes cem anos cresceu, atraiu a muita gente jovem, inovadora e perdida. As celebrações iniciam.se as 23.59 de dia 12 e esperam que durem enquanto houver vinho. 

O presidente da Vila, Arlindo És-Lindo Patchouli, irá dar uma entrevista para falar de tudo que espera os visitantes da Bucha.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Actualidade Desportiva [11-3-13]

O grande evento desportivo do fim-de-semana, o Quarto e Meio de Maratona de São Mamede da Bucha teve um desfecho surpreendente. O grande favorito à vitória, Nemésio Alexandre foi desqualificado por falta de comparência. Ao que conseguimos apurar, Nemésio confundiu o nome da prova e pensou que esta se iria realizar no quarto, onde passou a manhã a correr à volta da cómoda. 

Por sua vez a prova propriamente dita foi muito emocionante desde o inicio até ao começo. A partir dos 25 mts de prova, Salomão Alfredo tomou a dianteira da prova e um bagaço, lugar que manteve até à curva da meta, após ter resistido a vários ataques, principalmente do público que lhe atirava pedras, garrafas de 3 Marias e edredões de penas. No entanto, numa estrondosa reviravolta, acabou por ficar em 2º e último lugar, ao ser ultrapassado por um desumidificador perto da meta. Os outros 4 participantes da prova desistiram da prova a meio porque disseram que era muito mais divertido atirar coisas ao Salomão.

Apesar de triste, Salomão diz que não vai desistir das corridas de pé descalço e que esta foi a primeira vez que foi ultrapassado por um desumidificador. No passado foi apenas ultrapassado por um aquecedor, um forno a lenha, um auto-rádio e um andarilho sem condutor.

A próxima prova do pé descalço realiza-se num dia que ainda está para vir e será transmitida em directo a quem se deslocar ao local da prova.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Sugestão de Fim de Semana [8-3-13]

Neste fim de semana sugerimos uma visita ao Palacete da Fresa, em São Pedro de Rebila. Antiga morada dos Viscondes do Morangal, é conhecida pelos seus vastos campos abandonados.

Aqui as familias podem disfrutar de momentos de convivio, seja na caça à lebre Rebilense, famosa por se assemelhar fisicamente aos gatos, orelhas e cauda incluida e à ratazanas, predador natural destas lebres.

É ainda meritória de visita o Salão Tutti-Frutti onde está exposata colecção de obras de arte dos viscondes, coberta de pó, para melhor se conservar ao longo dos anos. è possivel ver os cacos das chavenas, as colheres de ferro fundido ou ainda os lutres sem brilhantes, dado que os viscondes sempre primaram pela simplicidade e pobreza.

Em altenativa, poderão ver o Quarto e Meio de Maratona de São Mamede da Bucha, onde se espera bastantes pariticipantes para correr os 2 Km em pé desçalco e ao som da Fanfarra do Anibal Surdo.

Ementa da Semana [7-3-13]


Ementa da Semana na Tasca da Micas Boxexas

ENTRADA
Minipizzas 

PRATO DE PEIXE
Pizza de Peixe Gato 

PRATO DE CARNE
Pizza de Chiça Relinxa

SOBREMESA
Pizza de Banana, Maça e Pera. Oferta de Kiwi para os Maricas. 

MICAS BOXEXAS - A CUSPIR NO SEU PRATO HÁ 25 ANOS
"COME E CALA-TE"

quarta-feira, 6 de março de 2013

Espaço Entrevista [6-3-13] - Raimundo Jorge: Decorador de Interiores

Hoje inauguramos o nosso "Espaço Entrevista", onde ao longo das próximas semanas iremos entrevistar as mais ilustres celebridades de S. Pedro de Rebila e até pessoas comuns caso não arranjemos ninguém ilustre que aceite falar conosco. A conduzir as entrevistas está, o não menos ilustre, repórter Miguel Matias, conhecido entre os amigos como Tenório... da Fonseca.

E como primeiro convidado temos nada mais nada menos do que Raimundo Jorge, decorador de interiores

Tenório: Sr. Raimundo, em primeiro lugar, agradeço que tenha aceite o nosso convite.
Raimundo Jorge: Ora essa, isto até fica a caminho de casa e ainda por cima não posso chegar muito cedo a casa senão a minha mulher obriga-me a fazer as camas.

T: Raimundo... posso trata-lo assim?
RJ: Por acaso prefiro que me trate por Marlene.

T: Hum... talvez seja melhor continuar a chamar-lhe Raimundo. Diga-nos, o senhor é decorador de interiores, correcto?
RJ: Sou sim. Correcto e afirmativo.

T: E de onde vem essa sua paixão pelos interiores?
RJ: Olhe... eu acho que é de família. Principalmente do lado do meu pai. Apesar de que a minha mãe chegou a ter uma loja de roupa interior. E lá em casa sempre usamos roupa interior. Gostamos tanto disso que até nos custava a tirar. Mas pronto, por uma questão de higiene, tínhamos de lavar aquilo a cada dois meses.

T: Dois me... Bem, adiante. Fale-nos então da família do seu pai. Era uma familia de decoradores?
RJ: Sim. Repare... eu sou decorador. O meu pai era decorador. O meu avô era decorador. O meu bisavô era decorador. O meu trisavô...

T: Deixe-me adivinhar... era decorador!
RJ: Não. Era electricista.

T: Mas no tempo do seu trisavô não havia electricidade!
RJ: Haver, havia. Mas não é como agora que é tudo fácil! O meu trisavô trabalhou muito! Agora a electricidade vem por tubos, mas no tempo dele não. Era preciso ir buscar electricidade em baldes e trazê-la assim até à aldeia, que ainda era longe!

T: Electricidade... em baldes?!
RJ: Sim. Muito mais difícil que agora. E era electricidade boa! Não é como esta electricidade maricas que há agora! Aquela era natural, sem fertilizantes. Só que pronto... tinha o problema dos baldes. O meu trisavô de vez em quando lá tropeçava com os baldes às costas e entornava um bocado de electricidade por cima dele. E claro... apanhava choques. Como ele era movido a bagaço, estava sempre a tropeçar e apanhar choques. Por isso é que era conhecido por Chico Chamuça.

T: Bom... voltando ao presente. O Raimundo sempre foi decorador?
RJ: Não. Comecei a trabalhar como sonoplasta.

T: Sonoplasta?!
RJ: Pois, porque eu fui trabalhar para a fabrica de plásticos que um tio meu tinha, e o cheiro a plástico dava-me muito sono adormecia em cima deles.

T: Ah... bom. E O que o despertou para a decoração?
RJ: Foi uma viagem que eu fiz. Ao Burundi.

T: Ao Burundi?! A sério?!
RJ: Não. Estou a brincar consigo. Eu nunca fui à Guarda.

T: Então e a viagem foi onde?
RJ: Foi ao talho, um dia que eu lá fui. Tinha umas três pessoas À minha frente e comecei a olhar para aquele talho frio e a pensar: eu podia decorar isto tudo.

T: E foi a partir daí que passou a ser decorador.
RJ: Exacto. Já lá vão 27 anos.

T: E qual é o seu estilo preferido? Feng shui? Minimalista?
RJ: Olhe, o meu estilo preferido é bruços. Também gosto de mariposa, mas isso dá-me uma dor ao fundo das costas que parece que se me arreganha até ao pescoço. O que é uma pena, porque gosto muito de mariposa. E cabrito assado também.

T: Não, estava-me a referir ao estilo de decoração...
RJ: Ah! Isso! Eu não tenho nenhum estilo definido. Pode dizer-se que me é natural.

T: Mas então como decora as casas?
RJ: É simples. Entro lá dentro e começo a olhar à minha volta e passo logo a decorar a torto e a direito!

T: Mas não leva materiais consigo? Umas cortinas? Um tapete? Uma jarra chinesa?
RJ: Mas para quê que eu preciso disso para decorar a casa?!

T: Então... se você vai lá mudar a decoração, precisa de coisas dessas.
RJ: Mudar a decoração? oh amigo... isto deve haver aqui uma confusão de sua parte. Eu sou decorador! Portanto, eu entro na casa e começo a decorar as coisas. Tipo, o frigorifico estava na cozinha. fotografia dos filhos, estava na sala em cima da mesa. O tapete roxo estava a secar na varanda. É isso que eu faço. Não tenho nada a ver com essa mariquice de mudar a cor das paredes e por umas velinhas que cheirem a rabinho de bebé!

T: Mas... Mas... Bom... Obrigado Raimundo. Foi a entrevista possível.
RJ: De nada amigo. Já agora, você pode-me dar uma boleia até casa? Obrigado.

---Não percam a próxima entrevista em breve---













terça-feira, 5 de março de 2013

Noticias Culturais [5-3-13]

Colecção inacabada de Vitorino Vilela no Salão das Artes de São Mamede da Bucha

Vai estar presente, nos próximos dias a colecção inacabada de Vitorino Vilela, famoso coleccionador de cromos de futebol, tazos e meias usadas da Alcina Labradeira. Vitorino, que tem todas as colecções desde 1980, embora inacabadas, decidiu abrir o seu espólio ao publico.

"Durante muito tempo não mostrei a ninguém, até porque só agora é que me explicaram o que era o espólio".

Todas as colecções presentes estão bem tratadas faltando apenas 99% dos cromos para completar, até porque Vitorino só vais colecção quando lhe ofereciam os cromos e as cadernetas, algo cada vez mais raro no dia de hoje.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Actualidade Desportiva [4-3-13]

Na passada Terça-feira, fomos assistir ao treino do Rebilense para o duelo do fim de semana contra o FC Supermercados Júlio Batista. Dada a importância deste jogo, que se tem tornado num apetecível derby ao longo dos anos, porque vem sempre uma roulote de bifanas muito boas com a equipa do Supermercado Júlio Batista, decidimos ir assistir ao treino para ver na primeira e segunda pessoa, já que fomos dois, à preparação para este duelo.

Tudo corria bem, sendo que assistimos a um belo espectáculo de retirada de fatos de treino... E pouco mais. O treino começou com pontapés livre, e o escolhido foi como sempre, o Chico Torpedo. Logo no primeiro remate Chico fez aquilo que melhor sabe e falhou a baliza, tendo no entanto acertado no nosso portátil que faleceu de imediato.

Estivemos quatro dias a chorar a sua morte até que o Manel Olímpio disse que tinha um sobrinho que nos podia resolver o problema do computador. Esse sobrinho, vive em Vila Viçosa e trabalha num talho, por isso era a pessoa indicada para nos resolver o problema. E até tem um telemóvel que tira fotografias. A cores! O sobrinho do Manel, emprestou-nos um computador até o nosso estar arranjado e este é bem melhor que o nosso, porque o nosso tinha a versão 7 do Windows e este já tem a versão 95, o que prova que estava muito desactualizado! Vê-se que este sistema é muito evoluído porque faz tudo mais devagar, que é para não se enganar.

Como só nos emprestou o computador no domingo, não podemos fazer a habitual reportagem diária, facto pelo qual pedimos desculpa e culpamos o Chico Torpedo.

Em relação ao jogo, foi um duelo intenso interrompido aos 64 minutos por falta de jogadores. Depois do Rebilense ter visto 4 dos seus jogadores expulsos, o arbitro da partida, que é fiscal da ASAE, apreendeu-nos o Rui Neto, defesa esquerdo filho do Rui Pai, alegadamente por cheirar muito a cavalo durante o jogo. Foi levado para fazer analises ao sangue por suspeita de doping com lasanha. O jogo ficou suspenso com 0-0 no marcador e será retomado quando o Rui Neto sair do hospital.

As bifanas estavam, como de costume, muito boas.